Prof. Dra. Rita Velloso


Doutora em Filosofia/UFMG
Prof. Adjunto III/PUC Minas


Este blog se destina à divulgação de sítios, textos, conteúdos que dão suporte às disciplinas de Projeto, História e Teoria da Arquitetura e do Urbanismo no curso de Arquitetura e Urbanismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais em Belo Horizonte.

Thursday, September 1, 2011

Generic City: Da cidade genérica ao espaço genérico.

Generic City: Da cidade genérica ao espaço genérico.: Da cidade genérica ao espaço genérico A cidade construída por Koolhaas em seu livro é destituída de identidade. O arquiteto constrói em seu...

Generic City: Los Angeles - Cidade Genérica

Generic City: Los Angeles - Cidade Genérica: Rem Koolhaas diz " A cidade genérica é a cidade liberada do cativeiro central, da camisa de força da identidade [...] ela é nada senão uma...

Generic City: Primeiro "Post"

Generic City: Primeiro "Post": Bom, este blog é um instrumento de apresentação de trabalho onde tema deste mesmo é denominado Cidade Genérica (Generic City). Estaremos ...

correção trabalhos teoria do urbanismo: grupo 6 - Reconversão urbana

congonhas e florenca: sugiro fazer uma leitura detalhada do livro da choay, alegoria do patrimônio, e dos títulos já citados do argan. o foco da pesquisa vocês já estabeleceram, demonstraram ter feito uma pesquisa  de compromisso. agora preciso avaliar suas conclusões sobre as leituras indicadas. por exemplo, façam uma sequência de  postagens mostrando as definições de patrimônio em argan e choay. usem suas imagens para ilustrar. bom começo de segunda etapa!
todas as questões respondidas de modo adequado!

Caminho da Toscana: Desde sempre e até quando? – Parte 2

Caminho da Toscana: Desde sempre e até quando? – Parte 2: A segunda cidade em estudo e análise é Florença, localizada na região da Toscana, Itália. Uma cidade muito conhecida e visitada por causa ...

Caminho da Toscana: Desde sempre e até quando? – Parte 1

Caminho da Toscana: Desde sempre e até quando? – Parte 1: “Nenhuma grande cidade brasileira escapa a esse destino de exclusão, se gregação, e degradação ambi ental.” (Ermínia Maricato ). Nos at...

correção dos trabalhos teoria do urbanismo: grupo 10 - NORTE a SUL

conferir o blog do grupo
http://bhnorteasul.blogspot.com/
um bom exemplo para referenciar a organizacão das informações gráficas, o uso de várias mídias e pesquisa diversificada.
questão 2: insuficiente. faltou demonstrar leitura mais aprofundada dos textos trabalhados em sala.

Norte a sul: Provos; A história de um grupo de jovens que inven...

Norte a sul: Provos; A história de um grupo de jovens que inven...: Quando li essa história confesso que a primeira coisa que me veio em mente foi: Amsterdam é o lugar ideal para revoluções popular...

Norte a sul: Rotterdam

Norte a sul: Rotterdam: Rotterdam consiste em 11 regiões metropolitanas: Charlois, Delfshaven, Feijenoor d ,Hillegersberg-Schiebroek , Camionete Holland de Hoek...

Norte a sul: Formação do Vetor Norte

Norte a sul: Formação do Vetor Norte: Na década de 50 com a criação do Complexo da Pampulha ocorreu simultaneamente o desenvolvimento e ocupação do Vetor Norte, empreendimento q...

Norte a sul: Vetor Sul; Região que cresce sem planejamento

Norte a sul: Vetor Sul; Região que cresce sem planejamento: Mapa base do Vetor Sul de Belo Horizonte Região com grande potencial de crescimento populacional e econômico, o Vetor Sul da Região Met...

Monday, August 29, 2011

ofina na puc minas - indicadores


na PUC Minas, o Observatório de Políticas Urbanas (OPUR) está promovendo a "Oficina de Extensão: Seminário Internacional sobre Indicadores Urbanos"
- Coordenação: Profa. Dra. Maria Inês Nahas
- Local: Auditório 01, Prédio 04
- Data: 31 de agosto de 2011
- Horário: 14 às 17 hs
- Pauta:
1- Abertura: Profa. Maria Inês Nahas
2- Apresentação da ProEx e do OPUR: Profa. Rita Velloso
3- Palestra: "Indicadores Sociais para o planejamento público: tendências e desafios"- Profa. Maria Inês Nahas

Os alunos participantes receberão certificado.

Os interessados em atuar na organização do seminário internacional, deverão entregar o Curriculum Vitae durante a oficina. Dentre estes serão selecionados 3 bolsistas de Iniciação Científica com financiamento do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Tuesday, August 23, 2011

para todos os meus alunos

ROSELY SAYÃO

É SÓ UMA FACULDADE, GENTE!



Qualquer curso pode ser feito por qualquer jovem. Mesmo. De preferência, um que não o faça sofrer muito


NESTE MOMENTO, muitos jovens estão preocupados ou ansiosos em demasia com o que os espera no futuro próximo em relação aos estudos.
São eles os que irão iniciar o ensino médio no próximo ano letivo e os que estão prestes a terminar o mesmo ciclo. O motivo? A escolha que terão de fazer para o ingresso na faculdade.
Eles acreditam existir um curso -UM!- que dará sentido à vida profissional deles. A escolha que farão terá de ser, portanto, exata, precisa. Não podem errar, não podem vacilar, não podem hesitar. Essa decisão, tomada perto dos 17 anos, deverá ser definitiva.
E dá-lhe orientação profissional, vocacional e coisa que o valha. Apesar disso, bem perto dos 45 minutos do segundo tempo, a maioria deles estará indecisa.
E mesmo os que fizerem uma escolha duvidarão dela rapidamente. Cerca de 40% dos universitários desistem do curso que escolheram no primeiro ano da faculdade.
O que foi que fizemos com os jovens para que eles caíssem nessa roubada? Contamos historias fantásticas a respeito da vida adulta profissional, construímos fábulas muito bem estruturadas sobre a vida e o trabalho, apontamos o êxito como meta de vida, associamos prazer no trabalho com felicidade, não é verdade? Isso sem falar no conto da vocação.
E eles sofrem com as dúvidas mais do que certas que surgem nessa hora. Claro! Em um mundo com tantas profissões novas somadas às tradicionais mais as já desgastadas etc., o que priorizar?
Depois, como reagimos quando eles entram na faculdade e não conseguem se comprometer mais com os estudos nem dar sentido ao que estão fazendo e comunicam isso de maneira um tanto quanto desajeitada?
Sentimos pena deles por terem de fazer uma escolha tão importante na vida assim, precocemente.
É por isso que virou moda, na faixa de população com alto poder aquisitivo, fazer o filho tirar um ano sabático antes de escolher a faculdade e prestar o vestibular. 
"É um tempo bom para amadurecer", me disse um pai. Mas não é justamente para isso que serve toda a adolescência? Então, por que fizemos tanta pressão nos primeiros anos da vida deles? Por que exigimos que eles rendessem nos estudos na fase em que deveriam brincar? Talvez o sabático seja uma compensação que queremos oferecer em relação aos anos de infância que roubamos deles, não é verdade?
O fato é que esses filhos que foram jogados no mundo do conhecimento sistematizado ainda na primeira infância, fortemente poupados da realidade o tempo todo, impedidos de crescer na segunda parte da infância e abandonados aos seus caprichos na adolescência não conseguem nem sequer enxergar o mundo em que eles vivem.
Esse mundo, que muda tão rapidamente, tão pleno de diversidades, complexidades e possibilidades, permite um leque enorme de trabalho dentro de uma mesma profissão. Então, por que tanto drama para escolher um curso?
Qualquer curso pode ser feito por qualquer jovem. Qualquer mesmo. De preferência, um que não imponha a ele sofrimento demais considerando suas habilidades, seus interesses e suas preferência pessoais.
E depois? Ora, chegada a maturidade, sempre há saídas virtuosas e honrosas para qualquer um. É só uma questão de comprometimento, de responsabilidade consigo mesmo, de esforço e perseverança. Mas tudo isso tem sido uma moeda rara na atualidade.
Vamos facilitar a vida dos mais novos, vamos tornar essa escolha menos importante. Um curso universitário é só um curso, apenas isso. Jamais será definitivo na vida de alguém.
Fazer o curso do começo ao fim, com todas as dificuldades, os dissabores e as frustrações encontrados no percurso é que pode ser algo valioso para o amadurecimento do jovem, muito mais do que o curso escolhido.
Simples assim.

Monday, August 22, 2011

nova babilonia 2


  • Constant always saw New Babylon as a realizable project, which provoked intense debates at schools of architecture and fine arts about the future role of the architect. Constant insisted that the traditional arts would be displaced by a collective form of creativity. He positioned his project at the threshold of the end of art and architecture. Yet it had a major influence on the work of subsequent generations of architects. It was published widely in the international press in the 1960s and Constant quickly attained a prominent position in the world of experimental architecture. But this influence would eventually be forgotten; the project has not been displayed since Constant stopped working on it in 1974.
  • source
    Text by Mark Wigley from ‘New Babylon. The Hyper-architecture of Desire

nova babilonia

New Babylon - Constant Nieuwenhuys